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terça-feira, 25 de abril de 2017

Canadá: Iceberg gigante aproxima-se de povoado



Ferryland, um pequeno povoado de menos de 500 habitantes na província de Terra Nova e Labrador, no Canadá, está chamando a atenção de todo o mundo. O motivo? Um enorme iceberg, o primeiro da temporada, acaba de aparecer em sua costa, e está fascinando residentes e turistas.

A região, conhecida como Iceberg Alley (Alameda do Iceberg, em tradução livre), está acostumada ao surgimento destes gigantes de gelo. O degelo no Ártico e os ventos favoráveis empurram os icebergs em direção à terra firme entre abril e setembro. No entanto, o que faz com que este iceberg seja diferente é o quanto ele está perto do povoado, fazendo com que as casas e pessoas próximas pareçam miniaturas.

O local espera que mais seis icebergs cheguem em breve, se os ventos continuarem a empurrá-los. Até o momento, contemplar o gigante que já “estacionou” na costa é uma maravilha para os sentidos.

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Beyonce ´´Gordinha´´ viraliza na internet



Muito pouco se sabe de Beyoncé nos últimos tempos, uma vez que a cantora está desaparecida das redes sociais e não tem partilhado nada sobre a sua gravidez. Até agora que foi 'apanhada' por paparazzi.

A Queen Bey foi fotografada na noite de quarta-feira, 19 de abril, a sair de uma festa em Hollywood, no Beauty & Essex bar, a festejar o aniversário de Lenny Santiago, o sénior vice-presidente da label de Jay Z, Roc Nation.

As fotos começaram a circular pela internet e as críticas não demoraram a chegar. No Twitter, os fãs chamaram-na "gorda", "obesa" e "inchada". É claro que muitos dos seus seguidores também não se coibiram de a defender.

A cantora e Jay-Z são também pais de Blue Ivy.

Tag: Beyonce Gorda, beyonce gorda 2017.

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DIA 23 DE AGOSTO: ELEIÇÕES GERAIS EM ANGOLA



O Conselho da República de Angola deu hoje parecer favorável, por unanimidade, à proposta do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, para convocar eleições gerais para 23 de agosto, foi hoje anunciado em Luanda.

O anúncio consta de um comunicado final da reunião de Conselho da República, órgão consultivo do chefe de Estado, durante a qual os membros ouviram o parecer da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) sobre as condições para a realização das eleições gerais de Angola, solicitado por José Eduardo dos Santos, bem como informação do ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, sobre os dados do registo eleitoral. 

No parecer, a CNE considera que estão criadas para que o Presidente angolano, no quadro das suas competências constitucionais e legais possa convocar eleições gerais de 2017. 

Segundo o comunicado da reunião de hoje, lido no Palácio Presidencial, em Luanda, pelo Procurador-Geral da República de Angola, João Maria de Sousa, o Conselho da República considerou que estão criadas todas as condições humanas, técnicas, materiais, logísticas e financeiras para a realização das eleições. 

Nesse sentido, foi aprovado por unanimidade a proposta do chefe de Estado angolano para que as eleições gerais sejam convocadas para o dia 23 de agosto, sendo esta data declarada tolerância de ponto em todo o país. 

De acordo com a Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais, a convocação e marcação das eleições são feitas por decreto presidencial, tendo os partidos e coligações concorrentes que apresentar as listas candidatas "até ao 20.º dia" após essa convocatória, que ainda não foi oficializada.

Tag: Quando serão as eleições em Angola 2017?

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O aviso da Coreia do Norte. EUA vão ser "varridos da face da Terra"



O site oficial norte-coreano Uriminzokkiri avisou os Estados Unidos de que serão "varridos da face da Terra" se desencadearem uma guerra na península. O site considera que o envio do porta-aviões norte-americano Carl Vinson, anunciado pelo vice-presidente dos EUA, Mike Pence é uma declaração de guerra. "É a prova de que uma invasão da Coreia do Norte fica mais próxima todos os dias", referiu. 

Num editorial apresentado como tendo sido escrito por um oficial do exército, o site alerta Washington para não confundir a Coreia do Norte com a Síria, que não lançou um "contra-ataque imediato" após um ataque dos Estados Unidos a uma base aérea síria no início do mês. Em caso de ataque à Coreia do Norte, "o mundo verá como os porta-aviões inconscientes de Washington são reduzidos a pedaços de aço e naufragam e como um país chamado América é varrido da face da Terra", pode ler-se no site. 

No sábado, o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, anunciou que o Carl Vinson chega "dentro de alguns dias" ao mar do Japão, quando são insistentes os rumores sobre um possível sexto ensaio nuclear norte-coreano.

Ontem, no jornal oficial do partido comunista da Coreia do Norte, Pyongyang fez saber que as forças norte coreanas estão preparadas para afundar o porta-aviões com apenas um míssil.

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Rússia: Aluno leva granada para a escola e faz um morto e 11 feridos


Pelo menos um adolescente morreu e 11 ficaram feridos numa explosão na sala de aula de uma escola secundária na República do Daguestão, na Rússia. A explosão foi causada por uma granada, levada para a escola por um aluno do oitavo ano. Três dos feridos estão em estado grave.

O porta-voz do ministro do Interior de Daguestão confirmou o número de vítimas, segundo a RT. O incidente ocorreu devido "ao manuseamento descuidado de uma arma" e a brigada antiterrorismo não foi chamada para investigar o caso, continuou o porta-voz.

Segundo o diretor da escola na aldeia de Agvali, a explosão ocorreu numa sala de computadores.

O aluno que levou a granada para a escola foi detido e a polícia está a tentar descobrir, com a ajuda de psicólogos, onde o adolescente encontrou a arma e porque a levou para a escola. O jovem disse às autoridades que encontrou a granada na rua.

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Barragem de Laúca quase cheio



As últimas imagens, que chegaram até nós, davam conta do nível de enchente da albufeira do Láuca, que sustentará o aproveitamento hidro eléctrico do Lauca.

Tag: Enchimento da barragem de Lauca, Lauca Barragem enchimento.

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Golo tardio de Messi dá vitória do Barcelona no clássico



O Real Madrid perdeu em casa com o Barcelona por 3-2. Catalães assumem a liderança da liga espanhola em igualdade pontual com os 'merengues', que contam com um jogo a menos.

O Barcelona venceu este domingo o 'clássico' da 33ª jornada com um triunfo dramático sobre o Real Madrid, por 3-2, em que o golo da vitória foi apontado por Lionel Messi aos 92 minutos. O Real Madrid abriu o marcador por Casemiro, mas Messi empatou antes do intervalo. No segundo tempo, Rakitic e James Rodríguez colocaram o marcador em 2-2, mas Messi no último suspiro de jogo fez o seu 500º golo pelo Barcelona e garantiu os três pontos.

Com o apuramento para as meias-finais da Liga dos Campeões garantido, o Real Madrid apresentava-se em casa frente ao eterno 'rival' com a moral em alta. O Barcelona, eliminado da Liga dos Campeões pela Juventus, precisava de vencer no Santiago Bernabéu para relançar a luta pelo título espanhol, uma vez que se apresentava em Madrid com uma diferença de três pontos, mas com mais um jogo do que os 'merengues'.

Impedido de utilizar o castigado Neymar, Luis Enrique apostou em Paco Alcácer para atacar a baliza de Keylor Navas. Do lado do Real Madrid, Zidane apostou no regresso de Gareth Bale para reeditar o famoso 'BBC', que esta época ainda não tinha perdido para a liga espanhola.

A jogar em casa, o Real Madrid entrou naturalmente dominador, e com vontade de abrir o marcador cedo. Logo no primeiro minuto, Cristiano Ronaldo foi carregado na área do Barcelona, mas o árbitro mandou seguir. Aos 5' minutos, o internacional português surgiu em boa posição na área, mas o remate de CR7 acabou por ser defendido por Ter Stegen.

Aos 15 minutos de jogo, o Real Madrid apresentava-se melhor e com mais posse de bola. O jogo parecia controlado pelos 'merengues', com a equipa do Barcelona estranhamente apática.

Aos 28 minutos, o Real Madrid adiantou-se no marcador por intermédio de Casemiro na sequência de um pontapé de canto marcado por Toni Kroos que chegou a Marcelo. O lateral brasileiro ensaiou um centro para a área do Barcelona onde surgiu Sergio Ramos a rematar ao poste. Na recarga, Casemiro não desperdiçou a oferta e fez o 1-0.

A perder por 1-0, o Barcelona reagiu aos 32 minutos de jogo por intermédio de Lionel Messi. O número 10 argentino com uma arrancada de génio conseguiu passar por um defesa 'meregue' e com um remate de classe igualou o marcador.

Em igualdade no marcador, as equipas desinibiram-se e abriram o jogo. Aos 35 minutos, Modric ensaiou um grande remate à baliza do Barcelona, mas o guarda-redes Ter Stegen mostrou-se atento e defendeu com dificuldade o remate do internacional croata.

Antes do intervalo, o Barcelona despediçou uma grande oportunidade de golo com Messi a atirar ao lado na sequência de um pontapé de canto.

No segundo tempo, o Real Madrid voltou a apresentar-se mais forte, e apesar de alguns lances de perigo do Barcelona, coube a Ronaldo uma grande ocasião de golo aos 66 minutos. O internacional português conseguiu surgir isolado a passe de Acencio, mas rematou para fora quando já se gritava golo em Madrid.

E como quem normalmente não marca sofre, pelo menos em futebol, o Barcelona conseguiu passar para a frente do marcador instantes depois do falhanço de Ronaldo com um grande golo de Rakitic aos 73 minutos. Já com André Gomes em campo, o médio croata contornou a oposição dos defesa do Real Madrid, e com um remate de fora da grande área fez um golo de antologia em pleno Santiago Bernabéu.

Aos 77 minutos, Lionel Messi seguia isolado para a baliza do Real Madrid, e Sergio Ramos teve de recorrer à falta para travar o argentino. O árbitro mostrou o cartão vermelho e expulsou o central espanhol quando faltavam muitos minutos de jogo.

A perder em casa em inferioridade numérica, Zidane lançou no jogo James Rodriguez para o lugar de Benzema, e o colombiano só precisou de poucos minutos para fazer a igualdade aos 85 minutos com um remate à 'queima-roupa' de Ter Stegen.

Num final de jogo frenético e muito emotivo, Lionel Messi fechou o resultado final em 3-2 aos 92 minutos numa jogada começada por André Gomes no lado esquerdo do ataque 'culé'.

Com este resultado a equipa de Luis Enrique ascendeu à liderança do campeonato, com 77 pontos, os mesmos que os ‘merengues’, que têm um jogo a menos, a cinco jornadas do final do campeonato.

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´´A Jéssica Pitbull faz sucesso com o corpo e não com música´´: Poca Py



Poca Py começou por frisar o facto do programa dar audiência em kuduristas que não sabem cantar ou não são reconhecidas pelos seus sucessos.

“Eu estou a querer dizer que neste momento, sem querer faltar respeito a ninguém, não tem uma kudurista que se pode dizer que é conhecida pela música ou que saiba cantar, como cantora noto isso. Fora de brincadeiras, temos de deixar de fazer palhaçada porque se for para isso vamos buscar um pimpão e vamos todos ao circulo, já não estão a cantar, não sabem cantar só querem mesmo aparecer “, começou por dizer a autora do hit ‘Anão Gigante’.

Questionada sobre o sucesso da sua mais nova colega do kuduro Jessica Pitbull, Poca garante que está a fazer sucesso pelo corpo e não pela música.

“Ela diz ter o corpo melhor que as outras colegas, a Pitbull sem dentes,  porque quem diz tanto ‘Pit Pit’ mas não morde está mais para Galinha Bull. Em termos de sucesso, mostrar corpo não é sucesso e tudo bem, tenho quatro filhos e meu corpo esta no normal, nunca precisei andar nua”, disse a kudurista.

A kudurista acrescentou ainda que a maioria das suas colegas não gostam dela por ser frontal e falar sem medo.

Tag: Kuduristas angolanas Poca Py x Jéssica Pitbull, Jéssica Pitbull Kudurista angolana.

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Ermelinda eleita Miss Terra Angola 2017



A terceira classificada do Miss Angola Ermelinda Matos foi coroada nesta sexta feira (21) de Abril representante da beleza que tem como objetivo defender as causas do nosso Planeta Terra.

A cerimonia realizada no Epic Sana que esteve inserida nas comemorações do Dia da Terra contou com a presença da sua Excia Ministra do Ambiente Maria de Fátima Jardim.

Ermelinda Matos ira assim representar Angola ao concurso Miss Miss Earth”, em português “Miss Terra” cuja a patente foi recentemente adquirada pela Angolana Stiviandra Oliveira.

A eleição anual reúne mais de 80 países e tem como objectivo primordial a criação de uma consciência pró ambiental, a preservação da natureza e a promoção de práticas mais eco-sustentáveis.

Ciente de que a proteção ambiental  é um investimento inestimável ao longo prazo, Stiviandra Oliveira reitera a necessidade de contribuir para a construção de uma consciência social pró ambiente, transversal a todos os sectores económicos do país “enquanto mãe, mulher e empresária tenho a obrigação de pensar num futuro mais próspero e sustentável para as gerações vindouras, este futuro passa pela conservação do meio ambiente, uma tarefa para a posteridade que deve ser concretizada por todos, desde o cidadão comum às grandes entidades institucionais, aos empresários mais bem sucedidos, em prol da humanidade”.

A Miss Terra Angola, será a embaixadora do ecoturismo e da preservação ambiental, iniciando o seu mandato sob o mote “energias renováveis para um futuro sustentável”. “é preciso promover uma consciência ambiental massificada e canalizar a atenção mediática para uma temática urgente, que requer resolução imediata”, declara disse Ermelinda Matos.

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Grupo de Isabel dos Santos vai produzir Sagres em Angola



A Central de Cervejas conseguiu finalmente, ao fim de várias décadas de tentativas frustradas, chegar a acordo para a sua principal marca de cervejas, a Sagres, começar a ser produzida em Angola. O Jornal Económico apurou que amanhã será inaugurada, em Luanda, a nova unidade fabril da empresa local SODIBA – Sociedade de Distribuição de Bebidas de Angola Limitada, que tem como acionistas Isabel dos Santos e Sindica Dokola, e que irá comercializar em Angola a cerveja Sagres.

O acordo já está feito há meses e prevê que a SODIBA produza a cerveja Sagres em Angola com os mesmos padrões da que é fabricada em Portugal, resultado da aprovação deste acordo por parte da Sociedade Central de Cervejas, e sob a supervisão do seu principal acionista, o Grupo Heineken, num regime de ‘trade mark license agreement’.


Esta vai ser a primeira cerveja internacional a ser produzida em Angola. A Sagres que vai começar a ser comercializada em Angola terá também a mesma imagem da cerveja da marca homónima que está disponível no mercado português.


O Jornal Económico sabe também que o malte para a produção da nova Sagres de Angola será exportado pela Central de Cervejas a partir de Portugal.

“Esta nova etapa da Cerveja Sagres em Angola, com produção local da mesma receita, é um marco estrutural para a marca, garantindo a sua acessibilidade permanente aos consumidores angolanos, com os habituais elevados padrões de qualidade e frescura que caracterizam a nossa marca”, sublinhou, em declarações ao Jornal Económico, Nuno Pinto de Magalhães, diretor de comunicação e relações institucionais da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas. Até ao fecho não foi possível contactar com os responsáveis da SODIBA.

O mercado angolano sempre foi considerado estratégico para as marcas cervejeiras portuguesas, mas sofreu um forte retrocesso com a crise económica angolana derivada da quebra internacional dos preços do petróleo, assim como, mais especificamente, com a entrada em vigor, em 2015, do novo regime fiscal em Angola, a incidir sobre todas as bebidas alcoólicas, e que teve impacto negativo no consumo de cervejas importadas.

No caso da Central de Cervejas, em 2014, o mercado angolano valia cerca de 20% das exportações globais portuguesas da marca Sagres. Com o impacto desses eventos, no ano seguinte, passou a valer apenas 13%, apurou o Jornal Económico.

A demanda pela produção de cervejas portuguesas em Angola vem de há décadas e tem sido perseguida quer pela Central de Cervejas, quer pela Unicer. Contactada, fonte oficial da produtora de cervejas, sedeada em Leça do Balio e pertencente ao grupo Carlsberg, adiantou ao Jornal Económico que “continuamos a gerir com seriedade a nossa presença em Angola, ainda que, atualmente, limitada à exportação”.

“Mantemos o compromisso com o país, pois há procura pelas nossas marcas. Quanto ao projeto de investimento industrial está, nesta fase, suspenso”, revelou a mesma fonte da Unicer.

De acordo com informações divulgadas pelo jornal angolano ‘O País’, a SODIBA investiu cerca de 140 milhões de euros na construção desta nova fábrica, localizada no Bom Jesus, município de Viana, na área metropolitana de Luanda. Segundo assegura esse jornal, esta unidade é uma das mais modernas e bem apetrechadas fábricas de bebidas de toda a África Austral.

A nova fábrica da SODIBA está implantada numa área industrial com uma extensão de 40 hectares e tem uma capacidade instalada de produção anual de 144 milhões de litros, podendo reforçar-se até aos 200 milhões de litros de bebidas por ano.

Além da cerveja Sagres, a pretensão da SODIBA é produzir outras bebidas, numa estratégia multi-marca que se deverá estender às águas engarrafadas, refrigerantes, polpas e concentrados, além de bebidas espirituosas e dos ‘ready-to-drink’.

Uma das principais apostas da SODIBA será a produção de uma outra marca de cerveja para o mercado angolano, 100% de produção própria. Vai ser comercializada com a marca Luandina, uma espécie de réplica da famosa Laurentina de Moçambique, muito apreciada naquele país, em particular na capital, Maputo, antiga Lourenço Marques, de onde advém o nome da mesma.

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Igreja Tocoísta não é reconhecida juridicamente?



Com o argumento de que seria até um crime, se ouvisse da parte do Estado que a Igreja Tocoísta é ilegal e tendo em conta os 70 anos de existência do Tocoísmo, o líder dessa denominação religiosa, bispo Dom Afonso Nunes, reagiu ao desnudamento do facto de que à sua «Direcção Universal» não tenha sido atribuída até hoje personalidade jurídica pelas autoridade

A Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo ‐ «Os Tocoístas», liderada pelo bispo Dom Afonso Nunes e sediada no Golfe II, em Luanda, reagiu publicamente, no passado domingo (26 de Abril), a revelação feita pelo Semanário Angolense (edição 611 ‐ 18/Abril/2015), de que essa confissão religiosa trabalha sem o reconhecimento jurídico e definitivo do Estado angolano.

A reacção da instituição veio por meio do seu próprio bispo‐mor durante o culto que aconteceu na catedral universal, que é a sede da denominação. «Uma notícia está a estremecer toda a Igreja, causando estresse a alguns, quando ouviram e leram que a Igreja Tocoísta está na ilegalidade, juntada quase a outras ‐ que chamamos de igreja, ou não, que criou problemas lá no Huambo», sublinhou Afonso Nunes na sua intervenção.

Aqui faz‐se uma clara alusão aos acontecimentos nefastos que monopolizaram os noticiários nos últimos dias, referentes ao embate mortal entre seguidores da seita adventista «Luz do Mundo» e oficiais e agentes das forças de segurança.

O propósito da menção feita por Dom Afonso Nunes reside no facto de que ambas as notícias (o «não reconhecimeto dos tocoistas» e o incidente dos «kalupetekas») tenham sido destacadas na mesma capa do jornal (sem que houvesse qualquer intenção de estabelecer alguma ligação entre os acontecimentos).

Na sequência da sua reacção, o mandatário dos «tocos» empreendeu maior relevo ao discurso, ao afirmar que «os tocoístas ferveram, ficaram zangados» perante as declarações feitas pelo Semanário Angolense. «Eu também fiquei. Eu também fiquei», repetiu sobressaidamente Dom Afonso Nunes, para em seguida dizer o que realmente era esperado que dissesse aos seus seguidores.

«Podem estar em paz, em paz mesmo ‘de’ que a Igreja Tocoísta é uma Igreja legal. Já quase a ir para 100 anos, não podia viver na ilegalidade», grifou o líder da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo, do Golfe II, em alto e bom som.

Num esculpido apelo à crença dos fiéis, Dom Afonso Nunes deixou enunciado que se podia confiar seguramente nele, pois «o pastor (ele) não conduz as ovelhas para o precipício». E como que para selar a confiança que desejava transmitir, deixou bem patente na sua mensagem que a Igreja não tinha razões de ser ilegal.

«Seria crime, se, por exemplo, ouvíssemos da parte do Estado que a Igreja Tocoísta está ilegal», considerou o bispo. E apesar de serem já de praxe as suas aparições televisivas e na mídia de um modo geral, aproveitando a ocasião em que uma equipa da Televisão

Pública de Angola se encontrava naquele templo para a transmissão em directo de uma intervenção sua, o líder dos tocoístas perguntou se a TPA poderia estar presente no recinto, sendo a Igreja ilegal.

E perguntou mais, buscando dissipar qualquer dúvida possível: «Uma Igreja ilegal vai cooperar com o Estado? (Não! – respondeu a multidão de membros). Vai trabalhar nas obras sociais com o Estado? (Não!). Uma Igreja ilegal, o líder pode ser recebido pelo Chefe de Estado? (Não!) Pode conversar constantemente com o Chefe do Estado? (Não!)».

Para ressalvar

Desse modo, o homem, considerado pelos fiéis ligados ao Golfe II, como a «encarnação» do Profeta Simão Toco, «relembrador» (fundador) daquela Igreja, terá feito o que qualquer líder em sã consciência das suas faculdades de liderança faria, diante de uma multidão de dezenas de milhares de crentes, em representação de uma legião de cerca de um milhão de almas tocoístas.

Mesmo nessa necessidade de injectar ânimo e esperança aos seus seguidores, perante o choque que a revelação do não‐reconhecimento da sua Igreja terá provocado, o bispo foi plausível num dado momento do seu discurso, ao endossar que «estas coisas é necessário que aconteçam».

Dando indicações de continuar a referir‐se implicitamente ao desnudamento do facto que o Semanário Angolense trouxe à tona, o líder espiritual da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo ‐ «Os Tocoístas» (Direcção Universal) voltou a grifar que «também, se calhar, é bom que aconteçam coisas desse tipo, na nossa caminhada».

E, por fim, o chefe eclesiástico dos «tocos» deixou manifestamente um recado no ar: «Vamos aguardar daqui em diante o desenvolvimento que este assunto vai ter». O que será que Dom Afonso Nunes quis dizer com isso? Como «cabeça espiritual» dos Tocoístas sedeados no Golfe II e visto como «personificação» do profeta‐ «relembrador» dessa Igreja, provavelmente só ele saberá.

Para recordar

O nosso jornal desvendou, no passado dia 18 de Abril, que o documento sobre o qual se assenta a legitimidade do funcionamento da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo «Os Tocoístas» ‐ Direcção Universal (INSJCM‐DU), da qual o bispo Dom Afonso Nunes é o líder, é uma simples «Declaração» dos Assuntos Religiosos do Ministério da Justiça, expedida em 17 de Janeiro de 2002. Portanto, passada há 13 anos.

Essa «Declaração» dá legitimidade mas não lhe dá o reconhecimento jurídico. Pelo seu teor, a Igreja procedeu à entrega, no Ministério da Justiça, da documentação competente e requerida para efeito de acréscimo de elementos de referência histórica para o complemento do processo de reconhecimento definitivo.

O I Congresso da INSJCM, decorrido de 11 a 15 de Dezembro de 2000, consagrou uma «reunificação e reconciliação das partes desavindas», que até então se divergiam no seio da Igreja. E assim nasceu a «direcção reunificada» dirigida por Dom Afonso Nunes. É essa «direcção» da «Igreja reunificada» que espera o reconhecimento do Estado. Ela não está ilegal. A «Declaração» lhe dá legalidade. Mas não dá personalidade jurídica.

O Estado, em 1992, já tinha reconhecido juridicamente três igrejas tocoístas: a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo ‐ «Os Tocoístas» (12 Mais Velhos), a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo ‐ «Os Tocoístas» (18 Classes e 16 Tribos) e a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo – «Os Tocoístas» (Anciãos Conselheiros da Direcção Central), esta também conhecida por «Cúpula». Falta reconhecer agora a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo ‐ «Os Tocoístas» (Direcção Universal). É só isto.

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Zedú reuniu com o conselho da república



O Conselho da República de Angola reúne-se segunda-feira, em Luanda, mais de dois anos depois da anterior convocatória e que deverá ser a última solicitada pelo Presidente José Eduardo dos Santos.

A realização da reunião do Conselho da República, a 24 de abril, foi confirmada hoje à Lusa por fonte ligada à convocatória, sem adiantar a agenda, mas surgindo a mesma numa altura em que o Presidente angolano está a preparar a convocação das eleições gerais, previstas para o mês de agosto.

Trata-se de um órgão consultivo do Presidente da República, que o convocou pela última vez a 10 de fevereiro de 2015, na altura para debater as consequências da forte queda nas receitas com a exportação de petróleo.

Foi então a primeira convocatória daquele órgão no atual mandato, iniciado após as eleições gerais de 2012.

Já para esta sexta-feira, 21 de abril, José Eduardo dos Santos - que não integra qualquer lista do MPLA, partido no poder, às próximas eleições -, convocou uma reunião extraordinária do comité central do partido, com início agendado para as 10:00, no Complexo Turístico Futungo 2, em Luanda.

Na informação enviada à Lusa, o MPLA não refere o teor da mesma reunião, que acontece quase dois meses depois de o mesmo órgão ter anunciado a candidatura de João Lourenço, vice-presidente do partido, como cabeça de lista às eleições gerais de agosto.

Formalmente constituído, na atual configuração, em janeiro de 2013, o Conselho da República integra o vice-Presidente, Manuel Vicente, o presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, o presidente do Tribunal Constitucional, Rui Ferreira, e o procurador-geral da República, João Maria de Sousa.

Estavam ainda representados o então vice-presidente do MPLA - partido no poder desde 1975 e liderado por José Eduardo dos Santos -, Roberto de Almeida (que em agosto foi substituído pelo general João Lourenço), e os presidentes da UNITA, Isaías Samakuva, da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, do PRS, Eduardo Kuangana, e da FNLA, Lucas Ngonda, os cinco partidos com representação parlamentar.

A reunião do Conselho da República está agendada para a manhã de 24 de abril, no Palácio Presidencial, em Luanda.

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Luanda: 3 menores mortos à machadada



Crime ocorreu durante uma altercação entre duas mulheres que, de acordo com a polícia, "partilham o mesmo cônjuge". Três irmãos, menores de idade, foram assassinados na província do Huambo, em Angola, com golpes de machado, indicou hoje à agência Lusa fonte da Polícia Nacional, admitindo tratar-se de um crime de natureza passional.

De acordo com a mesma informação, o triplo homicídio aconteceu na quarta-feira, no município do Bailundo, durante uma altercação entre duas mulheres que, segundo a polícia, "partilham o mesmo cônjuge". 

A segunda mulher "tentava brigar" com a mãe dos menores, de três, sete e 11 anos, mas "viu seus intentos frustrados ao aperceber-se de que esta terá fugido". "Não satisfeita, introduziu-se na residência em que se encontravam os menores", apontou a polícia.

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A economia angolana continuará nas mãos da família ´´dos santos´´ mesmo depois da sua saída



Autor do livro "A Guerra Civil em Angola 1975-2002", Justin Pearce, investigador do Centro de Estudos Políticos Internacionais da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, prevê uma nova vitória eleitoral do MPLA nas próximas eleições, mas acredita mais no poder transformador da CASA-CE do que no de João Lourenço. "A família Dos Santos, na pessoa de Isabel dos Santos, continuará a ter o controlo da economia, e irá manter muita influência sobre o futuro Presidente", antecipa o especialista, que fala ainda na "instrumentalização" dos sobas.

Apesar de salvaguardar que "é muito difícil saber o que irá acontecer em Agosto", nas eleições gerais, Justin Pearce considera que "não vão marcar nenhuma mudança de regime".

Para o investigador do Centro de Estudos Políticos Internacionais da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, se "é certo" que "o MPLA vai ganhar", não é menos certo antecipar que "os próximos anos vão ser muito interessantes em Angola".

Segundo o especialista, que partilhou a sua análise numa entrevista à agência Lusa, o partido no poder enfrenta um grande "desafio" em Luanda, devido a "um clima político mais aberto" e a "uma sociedade civil mais desenvolvida" do que nos escrutínios de 2008 e 2012.

Ao mesmo tempo, Justin Pearce antecipa um peso acrescido da CASA-CE no xadrez político nacional.

"Acho que a emergência da CASA-CE é um passo muito importante na vida política de Angola. É um primeiro passo para quebrar a lógica da guerra, que tem dominado a política angolana desde a independência", considera o investigador britânico, para quem "é muito significativo" que o líder da coligação seja Abel Chivukuvuku, antigo dirigente da UNITA, e um dos seus vice-presidentes seja André Gaspar Mendes de Carvalho, conhecido como almirante Miau, filho de Mendes de Carvalho, um dos fundadores do MPLA.

"Neste sentido, a CASA-CE representa a possibilidade de uma política verdadeiramente pós-guerra. Acho que, por exemplo, em Luanda pessoas que sempre foram do MPLA e que estão cansadas com a corrupção e má governação, nunca votariam na UNITA por razões históricas, mas podem olhar para a CASA-CE como uma possibilidade de escolha política", nota o britânico.

Menos convencido sobre o poder transformador de João Lourenço, Justin Pearce revela mesmo reticências sobre a eficiência da liderança de João Lourenço na mobilização do voto no MPLA.

"Neste momento é muito difícil prever as acções da presidência de João Lourenço. Mas acho que a autonomia dele vai ser limitada. A família Dos Santos, na pessoa de Isabel dos Santos, continuará a ter o controlo da economia, e irá manter muita influência sobre o futuro Presidente", prevê o investigador.

Prendas a sobas para encorajarem populações a votar MPLA

Justin Pearce antecipa ainda uma mudança de dinâmica nos trabalhos da Assembleia Nacional, a partir da saída de José Eduardo dos Santos.

"José Eduardo dos Santos nunca aceitou reivindicações de figuras dentro do MPLA. O debate foi sempre fraco. Isso também aconteceu com o Parlamento, que funcionou sempre como um carimbo [administrativo] dos actos do executivo. Na medida em que Dos Santos deixa de manter o controlo político dentro do partido, acho que isso vai encorajar debates mais férteis. Mesmo entre deputados do MPLA".


De acordo com o especialista, que enquanto jornalista, acompanhou, até ao seu doutoramento em 2015, a política sul-africana e angolana, as perspectivas de uma renovação alargada no poder em Angola estão a alimentar esperanças - junto de "algumas pessoas com conhecimento profundo da política angolana" - de que o país pode embarcar numa viragem política em 2022, com uma vitória de uma coligação da oposição.

Este cenário não conta contudo com o aval do investigador britânico, que se limita a reconhecer força aos argumentos que apontam para o enfraquecimento do MPLA sob a liderança de João Lourenço, num processo que muito dependerá também da saúde de José Eduardo dos Santos.

O especialista antevê igualmente um ressurgimento da UNITA no Planalto Central, "por razões históricas e porque o clima de medo está a aliviar", embora assinale que a opressão política por parte do MPLA nas zonas rurais" permaneça muito forte".

"Acho que nas eleições de 2008 e 2012 os sucessos do MPLA nas zonas rurais, nomeadamente no Planalto Central, podem ser atribuídos em grande parte à instrumentalização política dos sobas. Os activistas do MPLA antes de uma eleição não deixam de dar prendas aos sobas, seduzindo-os e levando-os a encorajar as populações a votar MPLA", aponta o autor de "A Guerra Civil em Angola 1975-2002".

O livro, cuja edição em português chega a Portugal neste fim-de-semana da Páscoa, é apontado como o primeiro estudo sobre a natureza e as manifestações de identidade política da população angolana durante o período de guerra civil, entre 1975 e 2002.

Club K

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Banco de Zenú serve para lavar dinheiro, dizem europeus



As antigas denuncias   de que   o Banco Kwanza Invest (BKI)  serve de instrumento para lavagem de dinheiro,  foram nas últimas semanas reavivadas em meios da alta finança   europeia com a descoberta segundo a qual  o seu  sistema informático  está   alojado no exterior do país. 

Trata-se de   um banco criado pelo filho do Presidente da República, José Filomeno dos Santos (Zenú) que, depois de assumir a presidência do Fundo Soberano de Angola, transferiu as suas acções, na qualidade de maioritário, para o seu amigo Jean-Claude Bastos de Morais, que agora acumula 84,99% do capital social.
  
O   sistema informático do Banco Kwanza Invest (BKI) está alojado na Suíça, através de dois servidores, um instalado no subúrbio de Breganzona e outro de Paradiso.  Isto é,  os seus servidores informáticos  estão  numa empresa chamada Equus Informática SA, na Suíça, ligada ao universo de empresas do “testa-de-ferro” Jean-Claude Bastos de Morais. As comunicações com Luanda são asseguradas via VPN (virtual private network). 
  
Desta forma,   o BKI actua   fora do controlo de supervisão do Banco Nacional de Angola.
  
“Parece uma coisa de somenos importância, mas não é. Quando foi descoberto o “buraco” dos biliões no BESA, o dono português, Ricardo Salgado, afirmou que desconhecia em Portugal tal “buraco” porque o BESA tinha “independência informática”, tendo sido obrigado a tal pelo Banco Nacional de Angola. Isto é, o sistema informático do banco estava em Angola e não podia ser acedido de Portugal. Era gerido  localmente.”, refere o economista  João Baião Araújo,  solicitado pelo Club-K,   a esmiuçar o assunto. 
  
Em rigor técnico, o banco pode ser “apagado” da Suíça e as autoridades angolanas nunca terão acesso aos seus registos. Em Luanda há apenas, conforme informações em posse do Club-K, um jovem que assegura as comunicações entre a Suíça e Angola.
  
O Banco Kwanza Invest, segundo a imprensa nacional e estrangeira,   tem servido de vector passagem de   “vários milhões de dólares”  do Fundo Soberano.  Em  Abril de 2015, o jornalista Rafael Marques de Morais, denunciou no seu site “Maka Angola” que foi através deste banco que o Fundo Soberano de Angola procedeu a uma transferência de 9 948 750 000 de kwanzas (equivalente na altura a cerca de US $100 milhões) à empresa Kijinga S.A., ligada aos interesses de José Filomeno dos Santos.  Trata-se de uma empresa-fantasma que  serve para dar cobertura à transacções obscuras com o Banco Kwanza Invest (BKI).

Atividades suspeitas do BKI 

Em Luanda, até ao momento as instituições financeiras desconhecem o que faz exatamente, o BKI que era suposto ser um banco comercial. Uma pesquisa levada a cabo pelo Club-K, indica que pelo menos, entre 2014 e 2015, o BKI  não concedeu crédito a clientes. “Portanto, não é um banco comercial no sentido habitual da palavra, aquele que recebe depósitos e empresta dinheiro”, concluiu João Araújo.
  
Olhando para as Demonstrações Financeiras de 2015 expostas no seu relatório  - não estão outras disponíveis para o público - verifica-se que o Banco não concedeu créditos, mas uns estranhos adiantamentos a depositantes.  E por sua vez vê-se que essencialmente o banco tem depósitos à ordem e quase nada a prazo. Em números redondos existem cerca de 100 milhões de dólares de depósitos à ordem que não são remunerados. Não há actividade bancária típica, remuneração de depósitos e concessão de empréstimos. 
  
Um dado surpreendente denota que este   banco faz adiantamentos sobre depósitos à ordem aos seus depositantes.  Um depósito à ordem é aquele que pode ser levantado a qualquer minuto. 

No seu website, o Banco Kwanza Invest  apresenta-se também  como um banco de investimento, o que equivale a uma instituição que essencialmente monta operações e cobra comissões. O seu relatório de 2015, revela que  o  único serviço financeiro que se vê neste ano  “correspondia essencialmente a um contrato de prestação de serviços celebrado com a África Corporate Finance Advisory, S.A., no valor de mAkz 3.144.541.” O contrato previa a prestação de um conjunto de serviços financeiras, na área de finanças corporativas e desenvolvimento de novos negócios. 
  
Esta empresa (África Corporate Finance Advisory, S.A) pertence a Marcel P. Krüse, suíço radicado em Angola, que foi Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Banco Kwanza Invest. 
  
“Então, a principal actividade do Banco é um contrato com o seu anterior  PCA? Dá ideia que banco funciona apenas como Banco interno do grupo de empresas associadas a Jean-Claude Bastos de Morais.” Diz o analista Araújo. 

 Ausência de consistência financeira detectada pelo BNA 

Em 2015, o Banco Nacional de Angola (BNA) sob liderança do então governador  José Pedro de Morais Júnior remeteu uma comunicação ao Conselho de Administração do Banco BKI  a solicitar a apresentação de “um plano de reestruturação da actividade do Banco que vise o objectivo principal de dotar o mesmo dos níveis de fundos próprios necessários para desenvolver a sua actividade numa óptica de longo prazo, em cumprimento dos requisitos de capital estabelecidos pelo Banco Nacional de Angola.”
  
Até ao momento,  não há informações indicando que o BNA já  recebeu do BKI algum plano de restruturação ou se  está a ser executado. O economista João Baião Araújo  é de opinião que face a  ausência de consistência financeira do BKI, de Zenú dos Santos,  o Banco Nacional tem que intervir para repôr a legalidade desta situação.

Club K

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